Samsung Revela os Novos Galaxy A57 e A37 no Brasil: Descubra os Preços e Inovações!

Os novos Galaxy A37 e A57 já estão no Brasil: os celulares intermediários da Samsung incluem uma câmera de 50 MP, prometem seis anos de atualizações e recursos de inteligência artificial.

Os novos Galaxy A57 e A37 foram lançados no Brasil nesta quarta-feira (15), fazendo parte de uma das linhas mais icônicas da Samsung, com preços começando a partir de R$ 3.299.

Nesta nova geração, a Samsung optou por cores mais discretas para os aparelhos, mantendo o design clássico com o módulo de câmeras em disposição vertical. O A57 é o modelo que recebeu mais melhorias, enquanto o A37 apresenta alterações mais sutis.

Ambos os dispositivos vêm com Android 16 e a nova interface One UI 8.5, que ainda está em testes para outros modelos. Eles oferecem suporte para seis anos de atualizações e diversas funções de inteligência artificial (IA), incluindo:

  • Transcrição de voz;
  • Remoção de objetos, sombras e reflexos em fotos;
  • AI Select;
  • Melhorias na expressão facial;
  • Sugestões de edição e filtros personalizados para a câmera;
A nova linha de smartphones intermediários inclui funcionalidades de IA. (Foto: Felipe Pedro/TecMania)
  • Corte automático em partes importantes dos vídeos;
  • Leitura em voz alta (no navegador da Samsung);
  • Nova Bixby com IA;
  • Funções do Google, como o Circule para Pesquisar e o Gemini.

O que mudou no A57 e A37?

O Galaxy A57 apresenta as mudanças mais visíveis. Um dos destaques é o corpo do aparelho, que está agora mais compacto, mas também mais fino e 19 gramas mais leve — uma diferença notável durante o uso do smartphone (em acesso antecipado) na última semana.

Ele se aproxima da linha Galaxy S em termos de características gerais. Ambos os modelos têm vidro Gorilla Glass Victus+ na tela e na parte traseira, mas apenas o A57 conta com laterais em alumínio. Ambos possuem leitores de impressão digital sob a tela e avançam da certificação IP67 para a IP68.

  • Em termos de desempenho, o A57 faz um leve upgrade do chip Exynos 1580 para o 1680. Ele oferece 8 GB de RAM e opções de armazenamento de 128 GB e 256 GB;
  • Os dois smartphones têm câmaras de vapor para resfriar os componentes internos em atividades mais exigentes. No A57, essa câmara possui a mesma área do S25+;
  • O A37, por sua vez, agora utiliza o Exynos 1480 e pode ter até 8 GB de RAM, além das opções de 128 GB ou 256 GB de armazenamento;
  • A bateria de ambos é de 5.000 mAh com suporte para carregadores de 45W, mas a Samsung inclui um carregador de 25W na caixa;
  • Vale ressaltar que ambos têm telas de 6,7″ com resolução Full HD+ e brilho máximo de até 1.900 nits. O A57 conta com um painel Super AMOLED+, enquanto o A37 utiliza a tecnologia Super AMOLED.
Galaxy A37 e A57 possuem câmera principal de 50 MP. (Foto: Felipe Pedro/TecMania)

Em termos de câmeras, os novos A37 e A57 têm um sensor principal de 50 MP e são capazes de gravar vídeos em 4K a 30 fps. Ambos compartilham o mesmo sensor macro de 5 MP e uma câmera frontal de 12 MP, que fica em um furo na tela. A única diferença está no sensor de ângulo aberto: o A37 tem 8 MP, enquanto o A57 oferece 12 MP.

Esses aparelhos são reconhecidos pelo seu bom custo-benefício e estão em alta entre os consumidores. Não é à toa que a última geração (A36 e A56) foi uma das mais vendidas globalmente, conforme dados da consultoria Counterpoint Research. A linha Galaxy A vende cerca de 1.500 dispositivos por hora no Brasil, de acordo com informações da Samsung.

Preços e disponibilidade

Os novos Galaxy A37 e A57 já estão disponíveis nas lojas oficiais da Samsung e em varejistas no Brasil, com as seguintes faixas de preço:

  • Galaxy A37: R$ 3.299 (6 GB + 128 GB) e R$ 3.599 (8 GB + 256 GB)
  • Galaxy A57: R$ 3.599 (128 GB) e R$ 3.999 (256 GB)

Recentemente, a Samsung também ajustou os preços de seus smartphones e tablets no Brasil, com alguns dispositivos apresentando aumentos de até 18,93% em relação aos valores de lançamento. Essa alta de preços está relacionada à atual crise de fornecimento de chips de memória na indústria tecnológica, afetando também outras empresas como a Dell.

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