O aguardado iPhone dobrável, com lançamento previsto inicialmente para setembro de 2026, pode sofrer atrasos e chegar ao mercado apenas em 2027, segundo o portal Nikkei. Os analistas já antecipavam um cronograma comprometido, que passou de setembro para dezembro, mas novas mudanças podem ocorrer devido ao atual cenário de desenvolvimento.
Fontes indicam que a Apple enfrenta desafios significativos na engenharia do dispositivo, que atualmente se encontra na fase de teste de verificação de engenharia (EVT), a quarta de seis fases antes do lançamento. Esses problemas têm afetado a durabilidade e o processo de fabricação, especialmente nos componentes da dobradiça e do painel da tela.
O período entre abril e início de maio será crucial para estabelecer o cronograma de produção em massa. Fornecedores de componentes receberam avisos sobre possíveis atrasos na entrega das peças, enquanto a Apple e sua rede de suprimentos estão sob pressão, com soluções atuais consideradas insuficientes.
A produção inicial deve variar entre 7 a 8 milhões de unidades do iPhone Fold, representando menos de 10% da produção total de celulares da Apple, indicando uma abordagem de mercado mais seletiva para este primeiro modelo.
Em relação ao design, imagens vazadas de unidades de teste mostram que o iPhone dobrável terá um formato mais largo, bem parecido com o Google Pixel Fold de primeira geração. Estão previstas duas câmeras traseiras em uma configuração elevada com formato de pílula, mas ainda não foram revelados detalhes sobre a câmera frontal ou a posição dos sensores de biometria.
Espera-se que o modelo venha equipado com um processador A20 e uma bateria com capacidade de 5.800 mAh, a maior já vista em celulares da Apple. A empresa, até o momento, não se manifestou oficialmente sobre esses problemas de engenharia.
