No capítulo 1181 de One Piece, o autor Eiichiro Oda finalmente desvenda a mecânica do poder de Nerona Imu, o Rei do Mundo. Foi revelado que a Akuma no Mi de Imu proporciona a Dominação Divina, fundamentada em três conceitos que interagem para fazer dele uma das figuras mais temíveis da narrativa.
A transformação de Imu já tinha sido apresentada anteriormente, no capítulo 1179: ao ativar suas habilidades, ele assume uma aparência monstruosa com chifres, cabelo branco, pele bronzeada e grandes asas negras, além de portar uma colossal naginata. O diferencial deste capítulo é a explicação de como essas habilidades operam internamente.
A Trindade da Dominação
A base do poder de Imu se sustenta em três pilares:
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Corrupção: Explora a ambição humana, sedimentando um controle sobre aqueles que, seduzidos pela força, tornam-se servos involuntários de Imu. A habilidade Domi Reversi permite que, ao conceder poder com facilidade, ele manipule e domine.
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Pactos: Aqui, o indivíduo toma a decisão de servir a Imu, movido por interesses pessoais. Essa escolha resulta em uma troca: lealdade absoluta em troca de poderes extraordinários, transformando-o em um instrumento de Imu.
- Maki (Presságio): Esta força, decorrente da inveja e do desejo por conquistas, está presente em todos os seres vivos. Oda confirma que Imu pode aproveitar o Maki para influenciar qualquer adversário.
Dominação vs Libertação
A revelação dos poderes de Imu também destaca o conflito central de One Piece. A Dominação Divina de Imu contrasta radicalmente com o poder do Deus Sol Nika, simbolizado por Luffy. Enquanto Imu acredita que a verdadeira felicidade reside na dominação, Nika representa a liberdade e a emancipação de todos. Esses dois poderes, que estão em desacordo desde o Século Vazio, estão se preparando para um conflito decisivo no arco de Elbaf.