O novo celular de Trump está de volta ao mercado, apresentando um visual renovado e especificações atualizadas. Conhecido como T1 Phone, o dispositivo ostenta um design dourado, câmera principal de 50 MP e tem como objetivo ser uma opção premium com forte conexão à identidade americana.
Com um acabamento dourado e detalhes que remetem à bandeira dos Estados Unidos na parte traseira, o novo celular de Trump se distanciou de versões anteriores mais extravagantes, adotando um estilo mais refinado, porém ainda impactante.
A parte traseira do T1 Phone conta com um conjunto de três câmeras, bordas curvas e uma entrada para fones de ouvido. O dispositivo possui uma tela OLED de 6,78 polegadas, retornando ao tamanho inicialmente prometido após algumas mudanças. O desempenho é garantido por um processador da linha Snapdragon 7, embora o modelo específico ainda não tenha sido divulgado.
A bateria de 5.000 mAh promete oferecer boa autonomia, com suporte para carregamento de 30W. Além disso, o aparelho vem com 512 GB de armazenamento interno e roda o sistema operacional Android 15.
Sistema de câmeras
Um dos grandes destaques do dispositivo é seu sistema de câmeras. O sensor principal possui 50 MP, complementarmente a uma lente teleobjetiva com zoom 2x e uma lente ultrawide de 8 MP. A câmera frontal também impressiona com 50 MP, um feito raro na categoria.
O celular está disponível por um preço promocional de US$ 499 (R$ 2483). A empresa aceita depósitos antecipados, mas ainda não confirmou a data oficial de lançamento.
Uma mudança significativa foi a forma como a fabricação do celular é anunciada, uma vez que o aparelho de Trump não é produzido nos EUA, pelo menos até agora. A nova abordagem fala em “inovação americana” e destaca o envolvimento de equipes nos EUA no desenvolvimento, sem garantir que a produção ocorra totalmente no país.
Além do dispositivo, a operadora associada ao celular de Trump atualizou seus planos, incluindo descontos para militares e opções familiares com tarifas reduzidas para linhas adicionais. Outro detalhe interessante é a exibição do nome da rede diretamente na barra de status do aparelho.
Origem do celular de Trump e as mudanças no projeto
Trump introduziu seu celular em junho de 2025 como parte de uma estratégia da família para ingressar no setor de tecnologia e telecomunicações. O dispositivo surgiu após vazamentos e registros de patente relacionados à marca “Trump” em smartphones, acessórios e serviços móveis.
Desde o início, a proposta contemplava, além do celular, a criação de uma operadora própria, com planos que desafiariam gigantes como T-Mobile, Verizon e AT&T nos EUA. Contudo, especificações como tamanho de tela, memória e até prazos de lançamento sofreram alterações ao longo do tempo.
Fabricação na China versus fabricação nos EUA
A fabricação do celular de Trump se tornou um dos tópicos mais polêmicos desde o anúncio do projeto. Inicialmente, o T1 Phone foi apresentado como um produto “fabricado nos Estados Unidos”. Com o tempo, essa informação foi suavizada, dando espaço a termos mais amplos, ressaltando a participação de equipes dos EUA no desenvolvimento, mas sem confirmação clara quanto ao local de produção.
Essa mudança gerou questionamentos e críticas, especialmente após relatos anteriores apontarem para uma possível fabricação na China.
Fonte: The Verge