Segunda fase da Operação Exfil, com a Polícia Federal cumprindo mandados de prisão preventiva e busca e apreensão.
A Polícia Federal iniciou uma nova etapa da Operação Exfil, que investiga o suposto vazamento de informações da Receita Federal relacionadas a ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e seus familiares. Esta operação teve início em 17 de fevereiro deste ano.
Neste desdobramento, agentes estão executando um mandado de prisão preventiva e seis mandados de busca e apreensão em Rio de Janeiro e São Paulo, todos emitidos pelo STF.
A prisão preventiva visa Marcelo Conde, empresário do setor imobiliário e filho do ex-prefeito do Rio de Janeiro, Luiz Paulo Conde. Ele é suspeito de adquirir e vazar dados sigilosos de Viviane Barci, esposa do ministro Alexandre de Moraes.
De acordo com o UOL, Conde não foi localizado pela Polícia Federal, pois está fora do Brasil. A defesa dele afirmou que não teve acesso à decisão.
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Operação Exfil começou em fevereiro
Na fase inicial, a PF investigou o “repasse de documentos fiscais submetidos à proteção legal, obtidos de maneira criminosa através de remuneração.” Quatro servidores da Receita Federal que estavam cedidos a outros órgãos foram alvos de mandados de busca e apreensão e foram afastados de suas funções.
O Supremo também publicou os nomes dos investigados em sua etapa inicial: Luiz Antônio Martins Nunes, Luciano Pery Santos Nascimento, Ruth Machado dos Santos e Ricardo Mansano de Moraes.
Em 13 de março, o ministro Alexandre de Moraes ordenou a prisão do contador Washington Travassos de Azevedo, suspeito de estar envolvido no vazamento de dados fiscais de autoridades, incluindo informações de Viviane Barci.
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