O Redmi Note 17 Pro Max surgiu em registros do Mi Code, o repositório interno da Xiaomi, revelando informações sobre o processador, câmeras e bateria. Segundo os dados, este modelo promete ser um grande avanço em termos de autonomia na linha Note, trazendo uma bateria de 10.000 mAh na versão chinesa e 9.210 mAh na versão global, ambas com carregamento de 100 W.
A diminuição da capacidade na versão internacional se deve a restrições rigorosas da União Europeia sobre densidade de bateria, limites térmicos e segurança no carregamento rápido.
De acordo com os dados do Mi Code, o smartphone é identificado como “chicago” e seu modelo é o Q16U. Essa informação foi divulgada pelo informante Kacper Skrzypek na rede social X.
Um novo Xiaomi com bateria de 10.000 mAh
Para obter a certificação global sem alterações no hardware, a Xiaomi escolheu reduzir ligeiramente a célula. Mesmo assim, a versão global com 9.210 mAh ainda promete uma autonomia excepcional, difícil de ser encontrada no mercado.
O chipset será o MediaTek Dimensity 7500, cujo código é MT6881. Esta mudança sinaliza um novo foco, já que o Redmi Note 15 Pro+ utilizava o Snapdragon 7s Gen 4 da Qualcomm.
Em termos práticos, a transição para a MediaTek sugere uma estratégia mais agressiva de preços no segmento intermediário-premium.
Câmera de 200 MP, mas sem lente telefoto
No quesito fotográfico, o Note 17 Pro Max abandona o sistema triplo de câmeras do modelo anterior, adotando uma configuração dupla com sensores de qualidade superior.
A câmera principal traz um Samsung ISOCELL HP5 de 200 MP, combinada com uma ultra grande angular OmniVision de 8 MP. Contudo, o dispositivo não contará com uma lente telefoto. A câmera frontal também se destaca, sendo de 32 MP.
O display será de 7 polegadas com um design plano. O lançamento é esperado para junho ou julho, embora a Xiaomi ainda não tenha feito um anúncio oficial.
Importante notar que o nome “Pro Max” foi introduzido pela Xiaomi no ano passado com o lançamento do Xiaomi 17 Pro Max, que chamou atenção pela sua “tela mágica” na parte traseira.
Naquele momento, a chegada do smartphone gerou discussões sobre a tendência das marcas em imitarem a Apple. A estratégia utilizada por diversas marcas visa destacar que seus aparelhos oferecem qualidade comparável a da Apple, mas a um preço mais acessível. Entenda mais na matéria completa.
Fonte: X/@Kacper Skrzypek